Mecanismo de ação, não protocolo de uso.
Um guia de leitura sobre os compostos discutidos na literatura científica de peptídeos — o que são, como funcionam, o que a pesquisa já mostrou. Sem dose, sem via de administração, sem instrução de autoaplicação. Decisões sobre uso pertencem sempre a um profissional de saúde licenciado.
Isenção de responsabilidade. Conteúdo exclusivamente educacional, baseado em literatura científica de domínio público. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Vários compostos aqui descritos são substâncias de pesquisa sem aprovação para uso humano, ou medicamentos que exigem prescrição — o status regulatório de cada um está indicado em sua página.
Moléculas que atuam sobre apetite, gasto energético e partição de nutrientes — de agonistas incretínicos de nova geração a cofatores clássicos do metabolismo mitocondrial.
A mitocôndria é o gargalo metabólico de praticamente todo processo biológico relevante. Estes compostos atacam fadiga, ROS e ineficiência de ATP por ângulos diferentes.
Peptídeos que estimulam o próprio eixo hipotálamo-hipófise a secretar GH de forma pulsátil, em vez de repor o hormônio diretamente.
Compostos que atuam na interface entre angiogênese, migração celular e resposta inflamatória — os processos que normalmente limitam a velocidade de recuperação de uma lesão.
Sinalizadores peptídicos que regulam proliferação celular, síntese de matriz extracelular e pigmentação — com mecanismos de ação completamente distintos entre si.
A barreira hematoencefálica filtra rigorosamente o que chega ao tecido neural — estes compostos foram selecionados por conseguirem contorná-la.
Baixo desejo sexual raramente é só uma questão hormonal periférica — dois compostos que atuam em pontos completamente diferentes da cadeia: central vs. regulador de eixo.
Sinalizadores de baixa dose que atuam sobre padrões de regulação que se deterioram com a idade — ritmo circadiano, atividade da telomerase, maturação de linfócitos T.
